A noite e a Chuva. A chuva e eu...
Tempo propício pra pegar tudo que faz parte de mim e usar da melhor forma... e vivenciar isso.
Tempo de estar feliz por nada e por tudo. Por nada porque nada especial aconteceu e por tudo porque a vida está sorrindo todos os dias pra mim.
Pela manhã o sol me chama, me acorda e me aquece. Tenho meu alimento e minha condução. E tenho os livros e os professores... E minha capacidade infinita de aprender e realizar. Tenho as pessoas que amo e as que me amam. Tenho amigos que estou construindo. Estou construindo coisas... É bem verdade, que essa construção não tá no ritmo que gostaria, mas vai ficar...ah, vai!
Tenho um mundo a conhecer, um universo gigantesco...dentro e fora de mim... até numa gota d'agua há um universo, pra quê perder tempo com mediocridades? Em falar disso e daquilo, tão pequeno e irrelevante, se tenho um universo gigantesco em mim e fora de mim a desvendar? E quero desvendá-lo. Cada relance, totalidade, reflexo de luz, som, gosto... quero sentí-lo, sentir a vida. Quero. E vou.
A vida é só uma, breve e minha, toda minha, pra eu usar como quiser. E apesar de que se foram muitos dos meus dias, há outros tantos a serem vividos. O que faço com eles? Os jogo fora, como fiz com muitos, ou vivencio-os com tudo que há ( dentro e fora de mim)?
A chuva e a noite dizem que eu existo, que meu ser está vivo pra chuva e pra noite.
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